30/09/2014

... A palavra que eu disse cantada pelo amigo Marcelo Bizar.


...

Rá!
A boca costurada com arame farpado
Me larga essa brisa ou escarro
Então umas duas ou tres palavras bastam
E pensar poesia vira o vício e a semântica do pensamento ou precipício, abrir dos olhos e flertar com os inícios.
O corpo debuta inconsciente e contínuo em cada faze num indo e vindo, balanço de sensações, estáveis e efêmeras, deixando o ritmo nascer
Do coração:
Que se rebate e expulsa o sangue
Me tenta a achar um único furo futuro pra sumir e morrer livre da escravidão de me deixar vivo,
Eu sinto o pulso me dando tempo
De onde sou infinito
Por fim, me faço massagem em você.

André Luz


Pra ouvir de cantar o que escrevi acima, clica aqui!

24/09/2014

Por fim...

A boca costurada com arame farpado
Me larga essa brisa ou escarro
Então umas duas ou tres palavras bastam
E pensar poesia vira o vício e a semântica do pensamento ou precipício, abrir dos olhos e flertar com os inícios.

O corpo debuta inconsiênte e contínuo em cada faze num indo e vindo, balanço de sensações, estáveis e efêmeras, deixando o ritmo nascer
Do coração:
Que se rebate e expulsa o sangue
Me tenta a achar um unico furo futuro pra sumir e morrer livre da escravidão de me deixar vivo,
Eu sinto o pulso me dando tempo
De onde sou infinito

Por fim, me faço massagem em você.

André Luz

16/09/2014

Meu coração de neve
Se põe no amanhecer
De um desejo que me seduza 
lambuze

Mestre das emoções
Deus de fato
Me nine em suas canções
Faça me do seu volume um abraço

André Luz