26/03/2014

GENTE DE JORGE - O SHOW



Convite feito, convite aceito!!! 
Será uma grande honra e alegria receber o Poeta Jorge Salomão para fazer parte do show GENTE DE JORGE, interpretando a oração de nosso santo guerreiro SÃO JORGE, do qual também é devoto, unindo-se aos guerreiros de cá... Beto Rocha Marcelo Negrett André Luz Gonçalves Jeff Barata Márcio Paulino!!!
Aguardem... Em abril no Teatro Sylvio Monteiro!!!




25/03/2014

Dá um loudi


Sambalangandã - Fuzuê

Barato e chega em sua casa, vale cada centavo!



27 de março - 19h

Após uma semana de casa lotada com ótimos espetáculos, o Complexo Cultural Nova Iguaçu, terá mais atrações gratuitas para o público. 

Na semana que passou o teatro Sylvio Monteiro lotou, com a exibição do filme 5 x pacificações do Diretor Cacá Diegues, e no final de semana mais uma vez a casa ficou cheia com a comemoração de cinco anos do Laboratório Cultural, que apresentou Na Pancada do Ganzá.
Esta semana a temporada de atrações gratuitas continua com a exibição do documentário histórico de Nova Iguaçu, vale lembrar que o Cine Clube Banga, fará uma temporada de exibições de ótimos filmes no teatro Sylvio Monteiro, sempre abrindo espaços para discussões e reflexões sobre os filmes exibidos.
Então senhores espectadores preparam-se para mais uma semana de ótimas experiências Culturais.



Faço votos

Como disse o bom Moa: Nas próximas eleições vote em quem trabalha por um país melhor!

Eteceteramente falando o Jean Wyllys é a prova de que passa algo que preste no BBB!
Vencemos! Marco Civil aprovado na Câmara (agora a matéria segue pro Senado)!  Teremos uma internet neutra, livre e segura para tod@s; e nossa bancada batalhou bastante para isso! Parabéns à sociedade civil organizada e aos especialistas que contribuíram para a construção desse Marco Civil! Parabéns a Alessandro Molon, relator, que soube conduzir bem o processo (apenas o PPS votou contra! ). Parabéns a tod@s nós!



Ao poeta resta dar abrigo
As almas no relento.


André Luz

Fonte da foto: Revista Bula

Amanhecimento

Amanheci furando as nuvens
Vendo um mundo pequeno
Dentro do gigantismo das coisas
Indo com a força do vento
Através do tempo
Me invento

André Luz



Aonde você vai tem Poesia? Então leve...

Mascate estrada,
céu e água

Com sorte volte
Sem mote caixeiro
Viajante em norte
Sul no tempo

O vento te investe
Meu mundo inteiro

André Luz Gonçalves

21/03/2014

praça

o tempo carrega a gente
feito uma balanço
nessa gangorra de par
o vento vem dançar


Desmaio Publiko
Espasmos múltiplos
e De todo absurdo
versar
A.L.

Estradeiro

Amanhã vejo uma casa
Disseram que é minha, no pé da serra
Lá na raiz do morro, subindo antes do alto
Não tem ninguém lá
Melhor seguir nessa estrada virada
Pois por fim, não há pra onde voltar

20/03/2014

... Noites Traiçoeiras

Mentira miúda

De repente a bateria do celular acabou, aquela conversa boa que eu tinha deu lugar aos pensamentos soltos, comecei a prestar a atenção naquele papo alegre dos que estavam na lanchonete, Djavan começou a cantar que o “amor é como um raio”, e esse desafio e meu pensamento galopa em trote, troto errado, penso que perdi a mão de amar, sofria naquele momento uma dor que incomodava o tempo todo, o de amar a pessoa errada, e sofrer com essa sentimentalidade boba, queria pensar em coisas maiores, questões sociais, culturais, o que me seduzia era o mundo da minha razão, a emoção me expurgava feito um prato sujo que você não sabe quem usou e fica com nojo de reutiliza-lo, estava com nojo de mim, de ver meus 33 anos chegarem sem amor comigo, carência distorcida que eu não permitiria virar meu desejo algo efêmero, quero me tornar a pedra preciosa de alguém, não o cuspe... mas naquele instante alegria era ver os outros sorrindo, me apeguei aquele momento como se fosse meu ultimo, a lanchonete era meu céu, aquele sorriso do atendente era a minha felicidade, as cores fortes da parede representavam meu pulso, meu sangue, meu desejo, o mundo ali ficou pequeno, saí e entrei no primeiro ônibus que me veio à rua, fiz sinal e ele parou.
A motorista, uma senhora forte de poucos amigos, primeiro não quis me dizer o preço da passagem. Como eu entraria no coletivo então? Ela explicou que só se pagava na saída, achei bacana confiar em mim, então eu entrei confiante e essa é uma alegria que tenho pouco na vida...
Sentei me ao lado dela, tinha um banco pequeno, mas justo, no outro extremo da frente do ônibus, a escada de subida era no meio do ônibus, aliás, micro ônibus, cabia 25 pessoas no máximo, ar condicionado mal funcionava, em Manaus nesses dias tem andado abafado demais, um calor de todo lado, mormaço, na época das chuvas fica assim, pior...
O som do ônibus era alto, um chiado de repente deu lugar a Walter Franco cantando que “lá ia uma vela aberta se afastando pelo mar”...
Ali eram todos ameríndios, eu sempre imigrante e estranho, parecendo um estrangeiro onde quer que fosse, queria ter nascido com a cor de minha mãe, seria mais sincero da parte de Deus, mas isso é outro papo... Hoje sou um viajante do acaso dos outros querendo encontrar meu próprio cais...

O apito soou e todos bateram palma, eu que não era bobo bati também, sorria e não sabia o motivo e sorrir assim é muito gostoso, hoje era o melhor que eu poderia ter, me achei com sorte finalmente, os cílios postiços enormes daquela menina índia que me olhava, com suas tranças grossas caídas pelo ombro, num vestido simples estampadinho, linda era simplicidade, tomando seu sorvete à espera de um grande amor, eu não poderia dar nada aquela menina linda, imaginei a índia sem aqueles cílios enormes, deixei a de lado e virei meus pensamentos para meu mundo novamente, tudo estava fixo no embaralhado do meu olhar, eu bestificado por conseguir encantar-me com qualquer coisa, finalmente sorriu minha alma e minhas lagrimas eram doce feito o rio...
A musica acabou depois que saí da lanchonete,  e depois acabou no ônibus, começaram a dar notícias locais, saí do ônibus, na verdade não queria voltar para o hotel de taxi, precisava sentir o cheiro da gente que me encantava, o calor era de Manaus, estava perdido na Amazônia, que sensação gostosa...
Encontrei um homem andando e chorando, um tipo de índio forte, o cara devia ter seus 35 anos, era bonito, mas chorava sofrido, paramos esperando abrir a passagem de pedestre na rua, enquanto aquele semáforo não abria eu não resisti e perguntei se estava bem, se precisava de ajuda, ela parecia que precisava de alguém. O nome dele era Jorge e ele logo foi dizendo que a mulher dele saíra de casa, pra fazer safadeza, já tinham dois dias e não voltava, ela estava com a filha de 1 ano, a filha nem era dele, era de outra relação furtiva da esposa, ele me contou que a mulher liga pras amigas, pra combinar um passeio e quando vê, ela já se foi, ele sofre muito pois gosta muito dela, gosta demais, não consegue imaginar a vida sem aquela mulher, eu perguntei porque ele não saía e ia embora, seguir a vida, ele me falou que era engenheiro, trabalhava na região da Zona Franca, tinha uma carreira sólida, queria ir morar com o primo nos EUA, mas não tinha coragem de abandonar aquela mulher, pois depois ela sempre voltava aos braços dele, com todo carinho e chamego que ele tanto amava, eu disse a ele que era preciso ele se amar também, pois esta situação poderia se tornar perigosa, ele poderia tomar uma atitude violenta e gerar um problema maior, pois ele disse que ela o agredia e ele acabava por se tornar violento também, Jorge depois de 3 cervejas começou a chorar novamente, e saiu do bar do armando andando pela rua do teatro de cabeça baixa, indo pra casa...

Eu me perdi ali, fiquei mais de hora pensando naquele homem que não se ama e ama tanto uma mulher que o deseja vez em quando, lembrei de meu caso de amor, de minha malícia, e de meus desejos frustrados, de tudo que me oprimia, mas eu queria sorrir, e não deixar embargar um soluço de choro em mim, catei meu rumo e fui caminhar pelo mundo, segui em frente, sem norte em comum, apenas meu norte.



18/03/2014

Longe

A Cara da minha estrada
Leva meu nome e jornada
rima do nada

Essas paisagens que viro dentro de mim
Essas janelas trancadas sem fim
Teu ninho minha passarada

Nesses dias de canções e solidão
Eu fico assim 
Mundo imenso que me faz voar sem dá chão

E nas voltas
O que fica não me diz
O que nem me espera, nem me nota...


André Luz





É impossível encontrar o amor sem perder a razão?


Sobre os "meus" dias

Esse lance de fazer 40 anos é diferente, vitorioso, triste, nostálgico, esperançoso, físico, intimo, popular, festeiro, introspectivo, analítico, vida.

Sei mais de mim que qualquer um que conheci, muitas pessoas já me olharam e falaram. - Eu te conheço! rs Vocês precisam é se conhecer pra poder ver o outro, em verdade vos digo, li dia desse que não sou mais que um mito, mitologicamente falando, me considero um clássico.

Beijo no futuro, que o passado se disse...

André Luz

16/03/2014

Arrevoo

Enquanto o mundo gira aí...

Tem umas mangueiras quase peladas com milhares de periquitos Livres, verdadeiro "encontrão" ou "rolezin" arrevoado! Preciso de uma máquina fotográfica pra registrar isso!

Enquanto não, fique com sua imaginação que a gente se encontra pelos pensamentos soltos...

Beijo pro desejo!

Cem milhões

No fim do lindo clipe triste, ele se vai no vento do mar

Acho que é o melhor jeito de acabar



100.000 de visualizações

dessa música boa,

tem que respeitar o som e deixar se espalhar dando graça ao vento...



Somewhere over the Rainbow - Israel "IZ" Kamakawiwoʻole

Three little birds

Vai ficar tudo bem

Essa é minha mensagem pra você...



Bob e Gil



Cacos que vão

Eu, O químico e aquela turma toda na mesa, Giba se aliando a turma do bem, tentando me seduzir pra ficar por ali, mas Tiago me chamava pra rua atrás do Teatro, ele e Irã que parecia um garoto mas era mais velho que eu, disseram que tinha algo lá...
Depois que voltamos, o som rolava, Giba nas maracas antenava o óbvio da noite ao um suave desengonçar da alegria, a música sorria, tocando Eu Quero Ser Feliz Também, alguns se engraçaram a dançar, no meio da música quase todos, eu olhava aquelas mangueiras todas espalhadas pela rua, tudo é tão inesperado ao olho nu...

Jorge numa barba rala branca, uma voz miúda e muito baixa, numa boina que o escondia e o mostrava, lá do fundo de seus olhos azuis, me falava de fazermos uma tournée pelo norte, numa nova linguagem trazendo minha influência do sudeste, as ideias nos abraçavam enquanto cada copo cheio era um novo brinde, pareciam todos felizes por estarem aí, Saúde! Paz! TEARS! Valeu!  E o diabo a quatro...

Depois que já eram mais de 4 da madrugada resolvi ir embora, estava mais que alto, o caminho era longo, estávamos todos exaustos...

Quando cheguei, dormi, mas antes eu rezei, tinha uma tortura não me cabendo dentro... E tive um sonho que vomitava vidro, muito cacos de vidro! Eu falava e vinha ânsia de por pra fora aqueles cacos, acordei aliviado.






14/03/2014

Banzeiro

Poesia Amazônica
Parece prece que me enverdesse
Flertes da palavra mata
Onde as ruas são rios
Desse banzeiro que me envolvo.
André Luz

Asa da águia nos cubra feito casa

No Mundo do Samba
Quando vai sua gente bamba
O Surdo quase mudo
Toca num ponto forte
Anunciando...
Perda.

André Luz


A Portela lamenta o falecimento do Pipoqueiro que, por mais de 3 décadas, vendeu pipoca em nossa quadra.
Senhor Walter, tem festa no céu para sua chegada!!!!
Nossas condolências à família
Foto: 
https://www.facebook.com/PortelaNoAr

cíclico

Tudo que foi bom
Que nos acaba
E renasce
Áurea traga 
1 rumo de 1 outro fim
é que nasço 
enquanto morro em mim

André Luz


13/03/2014



No pandeiro não pondero
esmero 
o tempo afiando o compasso
me faço sincero
elo

André Luz

Caetano Veloso, 1985: Saudosismo (Nostalgia) - Original Vinyl LP Version





As vezes me pergunto

Quantas mumunhas são necessárias para o amor

Para que rotule e caracterize o amor

E quantas mumunhas podem ser superadas

Quantas mumunhas podem ser esquecidas na dor que passou

Quantas mumunhas podem te matar e continuar vivo

Quantas mumunhas fazem com que que o sim se torne desisto.



Luz

e Quantas mumunhas mais...

12/03/2014

~ esse dedo enorme
cheio de tiro
que me viro
e vejo a rodar
justifica a ida
a ira
quem pretensa
a razão
do mar...

áhra

Sou eu e o colar de Tucumã 

o Guaraciaba vendeu
Duplo feita a vida que já le foi 
depois é
que é vivida vida

Feito eu Caboclo 
abre caminho dos mato

Voos
sois 

ninhos 
destino 

meio ritmo...
surjo no compasso quando toma tino...







pelas folhas e pela terra

Arnaldo Antunes - as árvores Arnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvoresArnaldo Antunes - as árvores)

07/03/2014

André 3000!

Rapper interpreta lendário guitarrista em cinebiografia dirigida por roteirista vencedor do Oscar por 12 Anos de Escravidão.

por João Vitor Figueira

Foi divulgado um vídeo contendo um trecho de All Is By My Side, filme que trará o rapper André Benjamin, também conhecido como André 3000, interpretando aquele que muitos consideram ser o maior guitarrista de todos os tempos, Jimi Hendrix. O longa conta com a direção e roteiro de John Ridley, que recentemente venceu o Oscar de melhor roteiro original por 12 Anos de Escravidão



Benjamin, músico vencedor de seis prêmios Grammy ao lado do rapper Big Boi no duo de hip-hop OutKast, vai interpetar o Jimi Hendrix de antes do reconhecimento mundial. É o autor de "Hey Ya" vivendo o compositor de "Hey Joe".

A trama vai mostrar os primórdios da carreira do artista, quando ele tocava como músico de apoio em clubes de Nova York. Um dia, a modelo Linda Keith (Imogen Poots), então namorada do guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards (Ashley Charles), fica impressionada com o talento de Hendrix e o convence a viajar para Londres, onde gravaria o icônico álbum "Are You Experienced", de 1967. O filme termina um pouco antes da clássica apresentação de Hendrix no Monterey Pop Festival, onde o guitarrista fez um show flamejante (repleto de psicodelia, distorção e com direito a uma guitarra em chamas) que entrou para a história do rock & roll.

All Is By My Side já foi exibido em sessão especial no Festival de Toronto em 2013 e agora foi confirmado na programação do South by Southwest (SXSW), festival que une música, cinema, tecnologia e palestras que acontece na cidade de Austin, Texas, EUA.

Por conta de disputas com os detentores dos direitos autorais, o filme não terá nenhuma das canções de Hendrix na trilha sonora, apenas versões de canções de outros artistas que faziam parte do repertório do cantor, como "Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band", dos Beatles; "Mannish Boy", de Muddy Waters; e "Hound Dog", famosa na voz de Elvis Presley.

All Is By My Side ainda não tem data de estreia marcada no Brasil.

Lado a lado: André 3000 e Jimi Hendrix

Há, essas Mulheres...


No próximo sábado as 20h no SESC de Nova Iguaçu, um belíssimo trabalho em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, Sil Silvana Elizabeth Dos Santos e Fernanda Morais trazendo poesia e musica juntas, com Beto Rocha e eu ( Dedé rsrs) levando um tempero de efeitos só para agradar as mulheres, que merecem homenagens todos os dias.

Os ensaios estão bacanas, vamos celebrar!


Veja os detalhes no flyer, te vejo lá!

André Luz - De Tudo Hum Pouco



06/03/2014


Quem vê diz que eu não sei sambar

Nesse carnaval de 2014, pude fazer parte do corpo de jurados que julgaram os desfiles das escolas de samba de Nova Iguaçu, Rio! O Quesito Bateria me envolveu de forma muito saborosa, usei de muita sobriedade e atenção a tudo que envolvia em termos de regras e análise, um orgulho, muito bacana poder colaborar com a cultura e arte do povo, para o povo, direta e livre!

Corpo de jurados, dos quesitos gerais.


Minha armadura são meus sonhos


Entre minha ideologia toda tola
Mora um caos de conceitos
Da beira desse vazo quebrado de preceitos

Me vejo

Certo é o mundo de minhas quimeras
O desejo de mãos dadas fissura na invernada
Ah se existisse algum conto de fadas

Nada que viesse pra encantar
O fim da fome e do medo se alastrar
Num pó mágico de poesia

Sorrir com os dentes feito um trem de alegrias
A paz e a calma em cada alma se agrupar
e não deixar de sonhar

André Luz