30/09/2013

tempo tempo tempo tempo

eu sempre sorri
sempre vivi


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Canadá 132
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França 53
Polônia 37
Malásia 36

Quase, quase quase!

Oi, estou bastante empolgado!!!!!
São quase 20.000 acessos em meu site, eu agradeço imensamente a todos que por algum motivo vem aqui me ler, saber o que estou dizendo, com intenção de saber ou sem querer, vindo ao acaso, prefiro os usuários do acaso, acredito que estes engordaram estes números de forma a estar onde está, enfim, obrigado pra geral.

Não tenho pretensões ou propósitos aqui, talvez um dia eu banque um livro com as poesias que descrevo, talvez não, na verdade minha ideia desde meus outros blog's sempre foi o simples ato de descrever minhas viagens, meus contos mal acabados, minhas poesias mal redigidas, lamento pela minha limitação gramatical, erro muito nosso idioma e perdoem-me por tantos erros certeiros, aqui eu não falo de ninguém em especial, não dedico nenhuma poesia a ninguém, nada do que escrevi sob meu nome pertence de alguma forma a qualquer pessoa: tudo que escrevi foi inspiração própria, sem ajuda de terceiros, se usei alguma imagem que te ofende é só avisar que eu retiro, na boa.

Não tenho pretensão comercial aqui também, a minha escrita é grátis (por enquanto) então, se você QUISER postar algo em meu blog, mande para andrepessoal@gmail.com, no assunto ponha Blog e vamos somar, eu não quero ser tão egoísta assim! rsrs

Bom no mais, vamos seguir, estou há alguns dias com inspirações diferentes, tenho notado que falar de amor tem sido muito obvio, apesar de pensar que o amor move o mundo, eu ando meio cansado deste tema, pode ser que minha próxima postagem seja social, politica, anarquista, ou volte mesmo ao meu assunto principal "amor", pois fui feito de amor, sou puro amor, não acredito mais no amor como eu sonhava que era, mas creio que o amor acredita em mim e isso é mágico, não posso desdenhar o amor, e encontrar credito é algo raro hoje, então: sigamos.

André


25/09/2013

Se eu faço mal é "púrpura" bondade!


André Luz

mãe



em cima do pingo
recaiu da bica
que fiz desses olhos
a lágrima que secou

e o rosto
sem outro
despista o reflexo
a vida e o nexo

e quem vê nem percebe
a vaga lembrança
dessa água
pouca distância e o sofrer

a sobra
que mostra
esta torcida imposta
que envolta chora

agora

Elegancia decadente

Densos passos
Um corpo dolorido
Forte ficou fraco
Um suspiro depois que a fumaça havia saído
Nobres pensamentos perdem ao tormento
A doença faz sua dor imensa, febre infinda.
Remédios remendam feito palavras destintas contendo um bomba distinta em cada sílaba...


André Luz

24/09/2013

Vigésimo quarto dia de setembro, se bem me lembro...

O fim de tarde gostoso
Onde me mostro, me molho
E sinto a chuva derretida
lambendo o peito que tatuei uma ferida

O fim da tarde virou noite
Escuro brilho nas luzes, neon
Vejo num santo canto Novos amantes se beijando, 
escondidos sob o guarda-chuva o amor uiva, urra!
Movendo minha fé...
sonhando que tudo será melhor do que é!


André Luz Gonçalves

23/09/2013

Sempre Nunca¡

Não falo mais de amor!
Nem de saudade, arrepio ou vontades:
Não falo mais de amor!
Nem do corpo num corpo,
Do beijo fogoso,
Do húmido e do gozo,
Nem do sereno dormir tocado trocado.
NÃO FALO MAIS DE AMOR!!!!
Nenhum suave veneno ao coração
Nenhum sim dizendo nãooooo
Sem coxas se esfregando no colchão.
Não falo mais dessa farça Franca! Manta santa que se alastra
E faz do meu cio o castigo
Onde a nascente é seu gemido me clamando pelos encantos ao toque das mãos...
Não digo mais!
Calo vivo o bumbo forte que tange minhas artérias tesas,
Onde o pensamento se funde a matéria incerta da sua pele causando minha tremedeira...
E desses sonhos em não se falar mais, vou em vão mudando o sim pro lugar do não...

André Luz

Naturalmente Cíclico

Feito a terra que goza flores no jardim de um poeta
Quimeras pensativas quiseras perfumadas
O fim (dor) ou corolido da invernada
Em volta há um vento sereno, húmido, morno, vistoso acorbertar se de emoção
Primavera dos sentimentos
A voz sua da palavra de carinho
Asas se abaixam
Ninho da letra em nossas temporadas, pontes de certezas
Fora o tempo que passa
Enrolar na finda calma
Da garoa que embalsa a pensança
Abraça me feito a terra na raiz
O olhar da vida se espalha.
Suave feito o alívio
Fresco feito o sopro no dorso
E por fim, cada palavra não passa de quando me ouço.
André Luz

É mais que Coar

Fiz o melhor café do mundo
feito a fumaça de cheiro
durou mais que um segundo
E nessa alquimia em grãos
Torro meu doce num afeto
intimo ao sabor,
o amargo gosto doce me seduz
Sem ilusão.

André Luz

Obrigado sem obrigação


Sem propósito
Descarrego minhas silabas
Sintetiso minha saliva
E dou a palavra minha mordida


isso não é estar perdido
É a asa de passarinho querer perder se
É meu sorriso entristecerse
E meu erro certo


Assim é esse domínio
Pouco mais que verbos
E a cria semantica de um menino
Caixa Alta sem tremer
Cheio de querer sem ter...



André Luz

Todo eu

Além do que se vê observo
Feito um rebelde intrépido
Servo aprendiz dos erros
Encantando a própria vida
Que como todas, sofrida...
Transformando em tons minhas feridas
E ecoando meus sons, meus dons...


André Luz Gonçalves

Sabor do som

Ao gosto
Da alma
Minha boca
Acalma
E invade com sopros e sugadas
A musica que minha aurea fala.


André Luz

Lion Luz

Eu e meu felino
Assim como eu bravo: menino
Bobo brincalhão, comelão arisco
Ao carinho um do outro, de quem ama
Dor(mimos).

André Luz

20/09/2013

Ceticismo em pessoa

... Com um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana
A podridão me serve de Evangelho
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
E com certeza meu irmão mais velho!

Augusto dos Anjos


18/09/2013

ó

Aos que pensam que morri, foi de rir
Digo: estou mais vivo que nunca
Pronto para surpreender cada hum 
Esperto quanto as expectativas
pois não me faço destas 
e sim de minhas metas!

A L G 


Sexo Michê

Não há encanto, (só)mente sedução
E nesse uso e desuso
Perde e compra-se a noção na paixão
Essa louca sensação de querer o que não se pode ter e tem
Feito abraçar o fogo sem se queimar

Ao lado de quem pode qualquer um és Hum
Paga e recebe o que merece
O desejo vai se embora feito o pedido da preçe

Como papel moeda e poemas escritos com a língua
Fabrica de acasos trocados

Amar mais solto, menos loucamente

Poesia pra deitar sem amor, só amar.


André Luz Gonçalves






      O CORVO *
      (de Edgar Allan Poe)
    Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
    Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
    E já quase adormecia, ouvi o que parecia
    O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
    "Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.


    É só isto, e nada mais."
    Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
    E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
    Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
    P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
    Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,

    Mas sem nome aqui jamais!
    Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
    Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
    Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
    "É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
    Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.

    É só isto, e nada mais".
    E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
    "Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
    Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
    Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
    Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.

    Noite, noite e nada mais.
    A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
    Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
    Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
    E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
    Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.

    Isso só e nada mais.
    Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
    Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
    "Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
    Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
    Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.

    "É o vento, e nada mais."
    Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
    Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
    Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
    Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
    Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,

    Foi, pousou, e nada mais.
    E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
    Com o solene decoro de seus ares rituais.
    "Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
    Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
    Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
    Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
    Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
    Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
    Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,

    Com o nome "Nunca mais".
    Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
    Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
    Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
    Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
    Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
    "Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
    Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
    Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
    E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais

    Era este "Nunca mais".
    Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
    Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
    E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
    Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
    Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,

    Com aquele "Nunca mais".
    Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
    À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
    Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
    No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
    Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,

    Reclinar-se-á nunca mais!
    Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
    Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
    "Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
    O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
    O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    "Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
    Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
    A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
    A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
    Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    "Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
    Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
    Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
    Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
    Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    "Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
    Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
    Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
    Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
    Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"

    Disse o corvo, "Nunca mais".
    E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
    No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
    Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
    E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,

    Libertar-se-á... nunca mais!

    Fernando Pessoa

Heitor Neguinho

Um amigo especial, quando eu ainda tinha meus saudosos 15 anos, este artista me convidou dentre outros bambas para tocar minha gaita, onde ganhei muito mais que aqueles calorosos aplausos.
Salve Heitor, um forte e fraterno abraços.
Celebro o amor
Numa taça solitária
Divido a esperança
Em tragos e goladas

Arranquei meus brincos
Limpei meus desejos
Despistando anseios
Esqueci de esquecer

Desta vinha escrevo em cachos
Penca doces de minhas ideias
Exprimem e destilam meu sangue
Num vinho aroma espumante

E nessa alegria e alforria
Onde seu lindo sorriso
Encontra minha alegria
No passado o futuro existia. 

Soltos secam pingos ao vento


André Luz Gonçalves

Não é recado!

Indefiro métodos reusando verbos
Supondo versos férteis que se agrupam das andanças
E quase piro numa doce fada de asas em brasas que paira sobre minha área desejosa
Seu olhar mascavo, não me curvo e sim debruço, abro a prova e salvo o gosto.

No revés do conchar ao lado eu durmo bem melhor em paz sozinho
Refazendo o elemento nos braços de abraços, sinto o jazz do rock pesado
Somando mais sem calculamento, abrupta me e se evoca suas encarnações maldosas
Engenhos de idéias destilam seus anseios por receios, acredito mais em mim que seu umbigo 
Amor dorme e acorda quando quer, feito amor de índio, feito a fé...

Não vê transpor que é claro da vida a dúvida
Quando eu não estava ali e expurgou-me como se estivesse dentro
Deu demais por sobrar tão pouco e não restou nada além da falta de vontade
Trocado talvez o certo cereja do errado caiba num copo de bebida abando

Quem sabe essas covas que desponta a boca
Dizendo cavar se eternos precipícios
Indícios cítricos sem sombra
Teu olhar não passou de meu precipício

E esse fim nada mais é que um novo início.

13/09/2013


Sexta feira dia 13

Gatos pretos vasculham seu medo
Ansiosos aos receios das surpresas
Na noite cheia do azar e da sorte
Onde muitos nascem
Outros morte.

André Luz



10/09/2013

Insolência do amor

Percebendo o meu luxo
Se sentiste em meu lixo
Onde me vês como um rato
Enquanto tu é quem rói nosso nó

Desse descabido mundo ilusório
Onde amo o seu precipício tentando fazer meu ninho
Sigo errando com o coração cada vez menos forte
Acompanhado desse meu amor, que vem com a dor dos sozinhos.

André Luz Gonçalves


06/09/2013

Junto


Toda Sexta Feira -Thalma de Freitas

sentido norteado

Se veio de chegar fique à vontade, não se acanhe
Me olhe com calma, libere o ápice, veja que meu peito arde
Infle seus dons de alegria e luz, goze com todos os sentidos
Tato e o abraço coberto de união
Cheiro reconhecido, ar comunhão
Papila gustativa dança ao seu sabor
Ouvindo minha voz que treme e tange imã 
Crê em meus olhos marrons te lacrimando, tanto.

E durma em meu sonho, enquanto te componho:
inspirando e curtindo minhas lembranças sobre seus tons.

André Luz Gonçalves





05/09/2013

Escravo da liberdade

Acendo assim e penso: cadê meu violão?
Solidão pra caralho sem sim, sem não...
Carta sem baralho,  sem cheiro de terra, sem chão,
No meio da mata, enjaulado na fortaleza que é essa minha prisão.

André Luz Gonçalves

Sendo assim...

Arranhei meu peito com suas unhas eternas
Dediquei me ao amor etéreo
Supri minha imensidão com seu charme de pequena
E fui posto num "post" pra fora da cena.

André Luz Gonçalves


02/09/2013

Cego Blues

Num chapéu cor de farinha
Com uma cachaça e uma garrafa quase vazia
Uma cegueira cega que nem ela
Um tempo certo na hora errada
Um blues de um forró bem triste
Uma criança que não chora nem vai embora

E três mesas vazias.

Uma lembrança de um perfume
Um chale branco, saudade e ciúme
Uma parede de uma alusão de "púrpura" bondade
Um amor insano, regado e negado
Invejado pelos anjos, feito quando flechado o caboclo
Uma antiga mentira virou verdade

E as tais mesas vazias

E depressa vai cada vez mais lenta 
A noite e o dia feito o amor que se inventa
Arde, queima e contenta
Falso feitiço feito a destilada água que torpe
Os modos e as giras
que envolta de nós se sustenta

Nenhuma mesa, onde não a via

O local deixou a razão com sorte
A música acabou e o bumbo coração tenta
Bem mais poema do que cena
Eu sorrio vida que brilha, não me faço de dentes.

Vida não esfazia no feitio de mesas fazias.

André Luz Gonçalves


Amor meu
Desses bem íntimos
Qualquer coisa atoa agrada
Qualquer palavra solta, solta gargalha...
E me faz dançar por entre suas batidas, rítmicas, pulsantes 
Causando um compasso nosso, privado buscando o gozo da liberdade.

André Luz Gonçalves



Ha Deus, dor?

A pena pendurada
O colar de força em placa
A ingratidão em não saber mirar
E o olhar de mar amar
São meus...

André Luz Gonçalves