22/05/2013

É o que temos pra hoje.

Meu nem isso, nem eu.

Obrigado a você, leitor(a) deste blog, que não é meu, é nosso.

Essa média de 100 visualizações/dia me alegram e é extremamente motivacional, percebo que apesar de minhas limitações de tempo para vir publicar: somada a limitação da palavra em si, aliada "a minha criação inconstante e fugaz"... Ainda assim consigo ter uma relação imensa com quem quer ler me, desejo que toda energia possa ser (re)transmitida de forma saborosa e cheia de positividade através de cada detalhe que me exponho aqui.

Não costumo revisar muito meus textos, me perdoe os erros gerais mais eles são meus de gosto, não sou um escritor, não sou um poeta, sou um musico compositor.

Seja bem vindo, esse domínio em comodato com o google e blogger é nosso!

André

21/05/2013

Sendo eu meu Deja vu


Ultima vez que perdi o pensamento
Me falei de paraíso
em chegar de leve
Do gosto de brevidade

Depois que não encontrei
Pareceu que perdi algo que nunca tive
Onde a falta era um passado ausente
Dor era dormente 

Desist(ir) de lembrar
Na veia a vérve de ter e ser
Contar saudade do que não há
Dizer minha "cada palavra" o que tem pra contar.

André Luz Gonçalves


16/05/2013

Catarse

Eu podia livrar me da dor
Indo te olhar livre

Podia ressecar essa sangria
matar essa fome posuda

Beber da sua água
não há de me negar de novo

Contemplar a rede dos seus cabelos
Falarmos do pó e poesia de rua

Me abrigar no seu dossel
Deixar que o corpo faça febre

Te ouvir

E soar com suor o primeiro gemido

Adequar me ao incontível

Suprir o incabível

Remeter sem destino
Ou desmedir nosso infinito

Mais meti o braço pelas pernas
Estuprei o sentimento virginal que nunca floriu pra sempre

Tatuei um desenho qualquer
em forma de amor e desejei a você

O seu desejo então não veio

mimado de verdade, carente de nossa necessidade

Daí nem que nascessem juntos
sol e lua

E  se mesmo assim por um instante
Eu te encanta-se

E assim traísse essa minha dor
com prazer e nossa paixão em dizer não

Nem mesmo assim
Eu não teria seu riso frouxo ao meu lado

Sempre lembraria e iria

Desse amargo que te fiz sugar

Não pode ser permitido "deslembrar"

Superar a memória do erro e eu

Jogou teu perdão na caçamba segunda

Julgou a limpeza imunda

Tratou de não tardar.

Dali restou o surreal de uma alma gêmeas frias e inventivas

Onde a criar torna-se a cela

A palavra a agonia

Toda vontade quando depara

Fome de panela vazia.

E ainda assim há dor imperdoável e desprezível dos meus ossos quebrados
remendados mais que nosso mistério estéreo, etéreo.



André Luz Gonçalves

08/05/2013


Terreiro de ideias
Bate o pé de tremer
poeira sobe
risca dança
Tece de tê-la
Voltas envolta
Do sim renasce
indo ao caos
sossego
Palha no teto e o pensamento
Cobre chuva,
de outro triste
rir são experimentos
lamentos
Cena e Luz
sem que se mede o tempo

André Luz Gonçalves


04/05/2013

Hoje um tristeza bem pequenina
Uma tristeza de infeliz menina
Maior do que a era, menor que a sina
Uma infinita sensação diminutiva
E dela só se salva o passado que esse presente não tinha.

André